Naturalmente, a questão não está sendo colocada aqui apenas em termos de aprendizado convencional (graduação, pós-graduação), embora estejam aí as oportunidades clássicas para conhecimentos. Pense em aprendizado num sentido amplo, incluindo os sucessivos investimentos em especialização e as oportunidades diversas de aprendizado que ocorrem no cotidiano das pessoas – aquele aprendizado que pode suceder em todas as situações e fases da vida, abrangendo diversos campos da experiência humana.
Para quem ainda não me conhece, sou Roselí Parrella, coach profissional e especialista em desenvolvimento de carreiras. Ao final deste artigo compartilho mais detalhes a respeito das minhas habilidades e vivências profissionais. Espero que goste e aproveite este conteúdo, pois é sempre um grande prazer escrever para você.
Uma das minhas filosofias, como profissional que atua essencialmente com desenvolvimento profissional e gestão de carreiras, é a de que uma carreira profissional se faz com aprendizado.
Muito mais do que uma simples teoria, a verdade aponta para o fato de que as pessoas sempre têm algo para aprender, em todas as ocasiões. Como protagonistas de suas vidas profissionais, elas sabem que o sucesso ou o insucesso não dependem da boa ou má vontade dos outros, mas de um aprendizado pessoal (sólido, contínuo e irrestrito) que as tornem bem-sucedidas. E, a partir desta ideia, proponho uma breve, porém importante reflexão sobre o aprendizado que se traduz em desenvolvimento profissional.
O bom aprendiz é aquele que passa a investir afirmativamente em seu próprio desenvolvimento, tendo em vista propostas e metas realistas, ajustadas às necessidades de uma organização. Ele procura e aceita a ajuda de mentores bem-sucedidos, leva em conta as experiências anteriores, estuda o histórico dos fatos, propõe novos rumos, apropria-se das competências necessárias para assumir cada nova posição e tem prazer neste aprendizado.
Mas, o que é “aprender”? Sabemos que esta questão há tempos é objeto de pesquisa de educadores, administradores, psicólogos, linguistas etc. Não é uma questão simples, pois envolve, por exemplo, uma compreensão sobre os distintos potenciais de aprendizado (cada pessoa, um potencial), assim como um entendimento sobre circunstâncias favoráveis e circunstâncias adversas ao aprendizado.
Para além, no entanto, dessas questões de fundo, podemos dizer que aprender é: experimentar, observar e reter informações e conhecimentos; recolher, tratar e organizar diferentes tipos de proposições; inter-relacionar informações e conhecimentos, visando construir um pensamento organizado; integrar novas informações e conhecimentos àquilo que já se aprendeu. Aprender é como construir uma casa com tijolos (pois tijolos, mesmo quando bem empilhados, não são ainda uma casa) ou montar um quebra-cabeça (pois cada peça só tem significado quando está ligada às outras).
O universo do aprendizado é imenso. Sabe-se hoje que inúmeras situações da vida, mesmo aquelas que não imediatamente relacionamos às situações de carreira, são propícias ao aprendizado profissional, transformando-se assim em conquistas e desenvolvimento – por isso, aliás, fala-se muito sobre a necessidade de um “aprendizado contínuo”, que não se reduza às formas convencionais que pressupõem um final.
Em breve, traremos aqui outra importante reflexão acerca do que, efetivamente, significa um aprendizado contínuo, destacando sua importância e compartilhando dicas sobre como garantir que você se desenvolva.
Gostaria de saber mais sobre este tema ou sugerir algo novo para falarmos aqui? Ficou alguma dúvida? Deixe o seu comentário ou me envie um e-mail que terei prazer em atender você. rp@roseliparrella.com.br instagram.com/roseli_parrella; linkedin.com/in/roseliparrella/

